14
Dez 10

A queda de neve e o gelo estavam hoje a afetar consideravelmente o tráfego aéreo em vários aeroportos alemães, sobretudo em Frankfurt, onde foi cancelado um concerto da cantora rock colombiana Shakira.

No maior aeroporto alemão, que já tinha estado encerrado durante quatro horas na quarta-feira, terão de ser cancelados hoje pelo menos 85 voos, a maioria proveniente de vários países europeus, para permitir que se realizem as partidas atrasadas na véspera, disse um porta-voz.

Na quarta-feira, foram cancelados em Frankfurt perto de 250 voos e 40 foram desviados para outros aeroportos alemães.

Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

 

Fonte: Dn


23
Nov 10

Cultura: Danças de Shakira fazem tremer o Pavilhão Atlântico

Shakira no início do espectáculo com uma capa cor-de-rosa

 

A energia de Shakira agitaram os fãs na capital portuguesa. A colombiana esteve no Pavilhão Atlântico no domingo.

Shakira esteve de passagem por Portugal no último fim-de-semana. O furacão colombiano sacudiu o Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no domingo. A cantora apresentou o novo álbum, "Sale El Sol", lançado em Outubro.

Desde as 20h00 que o público chamava por Shakira, que só apareceu duas horas depois. Ainda assim, a audiência não desanimou, recebendo com euforia a artista que entrou em palco com uma vistosa capa cor-de-rosa.

É inegável que canções como "Loca" e “Gipsy” agitaram o público, porém foram os antigos sucessos que mais alvoroço causaram, especialmente quando em "Whenever, Wherever" a colombiana chamou quatro fãs ao palco para dançaram com ela. “La Tortura”, "She Wolf" e "Why Wait" também aqueceram o público, que, entre gritos e muitas palmas, se mostrava entusiasmado.

Shakira despediu-se com o hino do Mundial de Futebol de 2010, "Waka Waka (This time for Africa)". Lotado, o Pavilhão Atlântico sentiu o ritmo frenético da colombiana, que correu pelo gigantesco palco durante toda a música.

 

Fonte: JPN


Shakira no Pavilhão Atlântico

 

Cantora colombiana recordou os seus maiores êxitos e apresentou novos temas no Pavilhão Atlântico

 

É dona de uma voz peculiar, tem uma aptidão especial para os ritmos latinos, e seduz como ninguém com os seus jogos de anca. Pela descrição, facilmente se percebe que falamos de Shakira, a bela colombiana que este domingo actuou perante um Pavilhão Atlântico lotado.

A festa começou com a portuguesa Ana Free no palco e uma plateia, já bem composta, a postos para receber a anfitriã da noite, que entraria em cena pelas 21h50. Entoando um tema bem antigo, «Pienso En Ti», a cantora surgiu entre o público com um longo vestido rosa-choque. Mas, num ápice, resumiu a sua indumentária a um top dourado e umas calças pretas justas, que exibiam na perfeição as suas tão cobiçadas curvas.

«O meu único desejo para esta noite é que se divirtam, que dancem! Eu estou aqui para satisfazer-vos. Aproveitem que esta noite sou toda vossa», disse Shakira, antes de se lançar ao grande êxito que a deu a conhecer ao mundo: o enérgico «Whenever, Wherever». Pelo meio, houve ainda tempo para levar quatro fãs ao palco e ensinar-lhes um pouco do seu jogo de anca.

Ao longo do concerto, a cantora mudou de estilo musical quase tantas vezes como mudou de roupa. Já com um top prateado e uma saia em tons quentes, trouxe uma versão alternativa de «Nothing Else Matters», dos Metallica, deixando a descoberto a sua alma roqueira.

Em pé, deitada ou de gatas, Shakira fez questão de não parar de dançar. Já o público fazia os possíveis por conseguir acompanhá-la, mesmo quando os movimentos pareciam difíceis de imitar. Mulheres, homens e, sobretudo, crianças - ninguém queria ficar de fora.



Desta vez, de harmónica na mão e repleta de alma cigana, Shakira apresentou «Gipsy», para logo depois levar a plateia ao rubro com os seus movimentos sensuais ao som do provocador «La Tortura».

É certo que o propósito desta noite era apresentar «Sale El Sol», o último álbum da cantora, mas ninguém parecia importar-se de recordar grandes sucessos, como a balada romântica «Underneath Your Clothes», que proporcionou o momento mais intimista do espectáculo.

Já numa versão mais reggaeton, Shakira surgiu com o novíssimo «Gordita», que interpreta com a banda porto-riquenha Calle 13.

«Este ano senti-me diferente. É como se o sol estivesse a brilhar mais do que nunca. Todos nós passamos por momentos difíceis, mas estou certa de que dentro de todos nós existe um sol que não se apaga», disse a cantora, tendo como pano de fundo uma máscara branca gigante na qual eram projectadas luzes e imagens. Foi então que começou a cantar «Sale El Sol», rasgando, de seguida, o top prateado que envergava e ficando apenas de biquíni, como se estivesse a libertar o sol que há em si.

Já na recta final, chegou «Las De La Intuición», que precedeu o ritmo latino de «Loca», a electrónica arrojada de «She Wolf» (em que a cantora convidou o público a uivar com ela) e as influências orientais de «Ojos Así».

Para o encore, Shakira regressou com um longo vestido azul e presenteou o público com «Antes de Las Seis». Mas o melhor estava reservado para o fim: «Hips Don`t Lie» e «Waka Waka (This Time for Africa)». O tema oficial do Mundial de futebol deste ano não só foi um dos mais aguardados do concerto, como também teve direito a uma chuva de confetti e a uma plateia com vontade de mostrar que conhece bem a coreografia.

E assim terminou, ao fim de quase duas horas, a segunda passagem da cantora por Portugal este ano, depois da actuação no Rock in Rio-Lisboa. E terminou da melhor forma, com o público a responder com a mesma simpatia e entrega com que Shakira conduziu todo o espectáculo.

 

Fonte: TVI24 Iol


shakira Shakira em Portugal Grande Reportagem: Shakira No Pavilhão Atlântico
Perante o Pavilhão Atlântico esgotado, Shakira trouxe ontem a The Sun Comes Out Tour a Lisboa e deliciou todos fãs num concerto fernético onde a interacção entre os fãs é uma constante.

Ao som de Pienso En Ti, Shakira entrou por uma das portas laterais do recinto, cumprimentando o público circundante para segundos depois iniciar uma sequência de músicas ritmadas com Why Whait. Num concerto replecto de dinâmica, outro dos momentos mais marcantes foi quando Shakira, em pleno Whenever, Wherever chamou algumas fãs ao palco para uma curta lição de dança do ventre.

Por entre temas como La Tortura, Las De La Intuición, Loca ou She Wolf, é quase no final, na actuação de Antes De Las Seis, que Shakira mostra um lado mais frágil, numa actuação que contou com um efeito de neve atribuindo ainda uma maior emoção à actuação.

Com intervenções sempre em português, já em Waka Waka (This Time For Africa), Shakira terminou o concerto com mais de uma dezena de fãs em palco levando o público ao rubro neste que era o tema mais esperado da noite.


Alinhamento
Pienso En Ti
Why Wait
Te Dejo Madrid
Whenever, Wherever
Inevitable
Nothing Else Matters (Original dos Metallica)
Despedida
Gypsy
La Tortura
Ciega, Sordomuda
Underneath Your Clothes
Gordita
Sale El Sol
Las De La Intuición
Loca
She Wolf
Ojos Así
Antes De Las Seis
Hips Don’t Lie
Waka Waka (This Time for Africa) (K-Mix)

 

Fonte: Shakira Portugal


Shakira demonstra muito sensualidade num concerto da sua nova turnê, Sale El Sol

 

Num concerto da sua nova turnê, Sale El Sol, a cantora Shakira mostrou muita elasticidade e sensualidade ao desenvolver algumas coreografias.

De barriguinha a mostra e com um modelito de deixar qualquer marmanjo de queixo caído, a musa apresenta o seu novo show um dos hits de grande sucesso do momento, Loca, além de outras músicas já consagradas como Whenever, Wherever e a mais recente, que inclusive foi tema da Copa do Mundo, Waka Waka.

 

Fonte: O Reporter


“Esta noite sou toda vossa!”. Esta promessa feita por Shakira no seu concerto no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, foi cumprida. No passado domingo, a cantora, de 33 anos, levou ao rubro cerca de 19 mil portugueses, que cantaram e dançaram ao som de grandes sucessos como “Waka waka” (o hino do Mundial’2010), “Whenever, wherever”, “Hips don’t lie” e o mais recente “Loca”.

Mas Shakira também sabe surpreender e brindou os fãs mais velhos com o clássico “Nothing else matters”, dos Metallica. Arrasadora!

 

Fonte: Record


22
Nov 10

Mulher sensual. Cigana despudorada. Rockeira poderosa. Shakira consegue ser tudo isto durante duas horas em palco e, em mais uma passagem pelo Pavilhão Atlântico, volta a deixar 19 mil pessoas numa euforia contagiante.

A primeira parte do espectáculo contou com a actuação de Ana Free. Meia hora de músicas "certinhas" onde não faltou o tema que a celebrizou no YouTube, 'In My Place'.

A energia da cantora colombiana não deixa ninguém indiferente. Apesar de ter subido ao palco pouco antes das 22h00, o atraso é-lhe logo perdoado assim que ela aparece no meio do público, a dar abraços e beijinhos, envolta num muito romântico vestido de tule rosa, enquanto canta 'Pienso en Ti'. Esta atitude de candura não dura muito, já que o segundo tema puxa logo pela batida rock: 'Why Wait', seguido de 'Te Dejo Madrid' do álbum "Laundry Service", de 2001. Independentemente de se gostar, ou não, da voz ou da música de Shakira, num aspecto ninguém discorda: ela é de uma enorme simpatia e simplicidade que contrastam com os movimentos sensuais e bem demarcados que lhe caracterizam as coreografias. «Estou aqui para satisfazê-los a cantar. Aproveitem que hoje sou toda vossa», exclama Shakira, num português quase perfeito.

Ao quarto tema a cantora põe as raparigas com o coração a bater mais forte, quando chama quatro fãs ao palco para com ela dançarem 'Whenever, Wherever'. Segue-se aquele que a cantora descreve como sendo um dos seus temas favoritos, 'Inevitable', composto numa praia perto da sua cidade natal, Barranquilla, na Colômbia, «entre amigos, debaixo de um céu cheio de estrelas». 'Nothing Else Matters', ­ uma cover dos Metallica, 'Despedida' e 'Gypsy' recriam o ambiente cigano "à volta da fogueira" com uma Shakira a mostrar a sua essência e aptidão natural para uma dança que poucas conseguirão reproduzir com tanto "salero". 'La Tortura' continuou a fazer corar o público mais recatado com a coreografia arrojada. Seguiram-se 'Ciega Sordomuda' e o apaixonado 'Underneath Your Clothes'.

Por esta altura, o palco, que desde o início exibiu uma Shakira gigantesca e visível de qualquer ponto do Pavilhão Atlântico, surge agora "partido ao meio", criando espaço para uma espécie de máscara de gesso, na qual vão sendo, até ao fim do concerto, projectadas diversas imagens de rostos consoante a música. O novo êxito 'Gordita' é um piscar de olho de Shakira aos ritmos hip hop, com a ajuda dos porto-riquenhos Calle 13. Mais uma do novo álbum, 'Sale el Sol', e chegamos à recta final do concerto com músicas que, literalmente, tiram o público do sério: 'Loca', 'She Wolf', com o público a uivar por mais, e 'Ojos Así'.

Entramos no encore, muito pedido, para voltar a ver Shakira numa atitude doce, envergando um vaporoso vestido azul, que combina com a neve fictícia a cair em palco, durante a interpretação de 'Antes de Las Seis', do novo disco. 'Hips Don't Lie' e 'Waka Waka (This Time for Africa)', com direito a chuva de confetti, fecham com chave de ouro mais esta passagem de Shakira por Lisboa, e mesmo durante a saída do público rumo a uma nova semana de trabalho, ainda há quem continue a reproduzir a coreografia do tema que fez furor durante o Mundial de futebol deste ano.
Fonte: Cotonete

Cantora colombiana faz a festa da música numa sala completamente esgotada: rock, pop, ritmos latinos, orientais e africanos e muito jogo de anca.

Shakira no Pavilhão Atlântico, Lisboa [texto + fotogaleria] -

 

Independentemente da opinião que se tenha quanto à sua música, há (pelo menos) três verdades indiscutíveis sobre Shakira: encontrar alguém mais simpático que ela em palco é difícil, a sua entrega ao público é total e a sua abordagem musical é completamente livre de preconceitos. Mais uma vez, a cantora colombiana mostrou de que é feita em Lisboa... E o público não a desapontou.

Com muito mais crianças entre a audiência que o habitual (ao que o sucesso planetário "Waka Waka (This Time for Africa)" - a canção que encerrou o concerto - não será alheio), Shakira mostrou a sua alma rockeira (até "Nothing Else Matters", dos Metallica, cantou), a sua aptidão para a dança (cigana em "Gipsy", latina em "Loca", oriental em "Ojos Así"), uma entretanto abandonada tendência electro ("She Wolf") e até a paixão pelo hip-hop/reggaeton (na novíssima "Gordita", que conta com a participação dos porto-riquenhos Calle 13).

Sale El Sol , o novo álbum, pode até ter sido a desculpa para trazê-la a Lisboa, mas tirando "Loca", êxito instantâneo que já tem entrada garantida num best of da cantora, foram os grandes sucessos - alguns apresentados com novas roupagens - que tiraram o público do sério.

"Whenever, Wherever" - apresentada bem no início e com direito a quatro fãs sortudas em palco para uma verdadeira lição de jogo de anca - nesta nova encarnação apoia-se numa guitarra forte; "La Tortura" e os seus movimentos pélvicos provocadores deixaram o público em delírio; "Underneath Your Clothes" foi o momento mais intimista da atuação; "She Wolf" deixou tudo a uivar por mais; e até o mais discreto "Why Wait" esteve à altura das expectativas (leque cor-de-rosa esvoaçante a ajudar).

A interação com a sua (competente) banda deixou momentos para recordar em fotografia e a gigantesca máscara de gesso que às tantas dividiu o ecrã gigante que fundeava o palco fez as delícias dos presentes. Foi com a máscara em fundo que Shakira atacou "Sale El Sol", canção durante a qual resolveu libertar o sol que tem dentro, rasgando, para enfatizar o momento, o top que envergava - ficando apenas com um reduzido e sensual biquíni a tapar o peito. Pelas reações à nossa volta, o público masculino aprovou, o feminino ficou algo chocado (as crianças nem tiveram tempo para tapar os olhos).

"Olá Lisboa. Obrigado por virem. O meu único desejo esta noite é que se divirtam. Estou aqui para satisfazer-vos. Aproveitem que esta noite sou toda vossa". Foi assim que recebeu o público e ninguém se terá sentido defraudado quando abandonou o Pavilhão Atlântico depois de um encore que colocou a cereja no topo do bolo.

Envergando um vestido azul vaporoso, começou por cantar "Antes de Las Seis", do novo disco, sob uma chuva de penas, passando depois para a última (e vencedora) sequência da noite: "Hips Don't Lie" e "Waka Waka (This Time for Africa)", com direito a chuva de confetti e uma legião de fãs em palco a reproduzir a coreografia do tema que fez furor durante o Mundial de futebol deste ano. Com ela não é "até à próxima", é um "até já" de quem já é da casa.

Fonte: Blitz


Colombiana falou em português com sotaque brasileiro

Concerto: Pavilhão Atlântico encheu-se com mais de 18 mil fãs

 

Os críticos avisaram: apesar dos movimentos sensuais em cena, algo em Shakira está para além da sexualidade explícita. Confirma-se: feito também a pensar em espectadores muito jovens (e aconselhado às famílias), o concerto que ontem fez em Lisboa é um espectáculo enérgico e cheio de boa disposição, uma alegre celebração da dança e do corpo.

 

É certo que muitos dos mais de 18 mil terão ido ao Pavilhão Atlântico para ver, ao vivo e a cores, como se mexem aquelas ancas que alguns já disseram serem capazes de provocar tsunamis. Mas há muito mais para ver nesta digressão que anda a correr o Mundo e chegou a Lisboa depois de Madrid e antes de Bilbao.

Acompanhada por uma banda de oito músicos, a colombiana apresentou-se na capital portuguesa muito roqueira, com um som muito sofisticado, coreografado até ao limite, onde até as ‘surpresas’, como ter levado quatro espectadoras ao palco, estavam previstas no cardápio. Levou-as para as ensinar a menear as ancas, o que resultou num dos momentos mais aplaudidos da noite.

Falando muito e em português com sotaque brasileiro, teve o seu momento de provocação ao dizer, logo no início: "Esta noite sou toda vossa." Mas até isso diz todas as noites quem arrancou o concerto com ‘Pienso en Ti’.

Feito para agradar a todos os gostos e para apelar a todos os ouvidos, no espectáculo de Shakira houve de tudo: desde baladas românticas ao hip hop, desde a pop mais dançável até ao reggae. Assim que chegou à terceira canção ‘Whenever Wherever’, foi sempre a abrir, aplaudida entusiasticamente, quase até à histeria, por mais de 18 mil fãs. Pôs a dançar todo o Atlântico, e sobretudo as mulheres muito jovens que eram maioritárias na sala de espectáculos lisboeta.

Um dos momentos mais curiosos da noite foi quando cantou ‘Nothing Else Matters’, dos Metallica. Com bastante habilidade, evitou também construir um concerto todo baseado no seu último disco, ‘Sale el Sol/The Sun Comes Out’ e cantou temas que todos conhecem. Conseguiu assim uma noite de sucesso total, com o público a render-se incondicionalmente ao fascínio desta mulher-loba com ancas marotas.

MUNDIAL OUVE 'WAKA WAKA'

‘Waka Waka (This Time for Africa)’ é um dos temas mais conhecidos do último disco de Shakira e dificilmente poderia ser de outra forma, pois a canção cheia de ritmo foi o hino do Mundial de Futebol disputado na África do Sul . Baseada num êxito dos Camarões, a composição da colombiana e de John Hill aposta nos ritmos africanos. Shakira cantou-a ao vivo no primeiro e no último jogos do Mundial.

MONTAGEM DO PALCO É "MILITAR"

Os primeiros camiões TIR chegaram às sete da manhã de ontem, mas a organização garante que isso nada teve a ver com a Cimeira da NATO, que transformou a zona adjacente ao Pavilhão Atlântico em território proibido. Os técnicos tiveram menos de 14 horas para montar o palco. Segundo o promotor Álvaro Covões, da Everything is New, a prática de montagem destes equipamentos está tão mecanizada quanto a dos acampamentos militares. Cerca de 250 trabalhadores repartiram-se por equipas e deram conta de palco, vídeo e luzes em tempo recorde. "Os trabalhos estavam previstos para ontem de manhã, com ou sem cimeira", disse Covões à Lusa. "Só alguns equipamentos é que podiam ter chegado no sábado ou mesmo na sexta-feira."

ESPERA COM CHUVA E FRIO

Mais de uma centena de pessoas estava concentrada às 16h00 de ontem junto ao Pavilhão Atlântico para poder assistir ao concerto o mais perto possível da cantora colombiana. Desde as 06h30 que miúdos e graúdos esperavam a abertura das portas.

Fustigados pelo frio e pela chuva que se fizeram sentir, os fãs prepararam-se para as dificuldades meteorológicas, trazendo consigo casacos, guarda-chuvas e cobertores.

Crianças e adultos encheram as imediações do Pavilhão Atlântico e houve mesmo quem tivesse motivos para a data ser ainda mais memorável. "Esta foi a prenda para a minha filha. É o primeiro concerto da vida dela", disse ao CM a mãe da pequena Joana, que aos dez anos sabe as músicas todas de Shakira.

Com elevadas expectativas para o concerto da colombiana, muitos eram aqueles que esperavam por "diversão, como a Shakira sempre nos habituou", afirmou ao CM João, de 18 anos.

ANA FREE SEGURA ARRANCA A NOITE

Se estava nervosa, não pareceu. A portuguesa Ana Free aguentou muito bem o Pavilhão Atlântico apinhado e arrancou a letra de ‘No Woman No Cry’, de Bob Marley, a um público que a aplaudiu bastante. Com um vestido de lantejoulas muito curto, cantou em inglês e convenceu na primeira parte do concerto, deixando boas indicações para a carreira de palco de quem vem do YouTube. 

 

Fonte: CM


21
Nov 10

A cantora colombiana tinha batido o recorde de bilheteira do Atlântico, em 2003, com 19 mil espectadores

Concerto de Shakira no Pavilhão Atlântico esgotado 

O concerto da cantora colombiana Shakira no domingo no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, está esgotado, revelou a promotora Everything is New.

Um dia depois da cimeira da NATO, no Parque das Nações, Shakira ocupará o Pavilhão Atlântico onde em 2003 bateu recordes de bilheteira em 2003, quando esgotou para 19 mil espectadores.

Desta vez, Shakira apresentará o álbum "The sun comes out/Sale el sol", editado em Outubro.

Shakira tem 33 anos e é uma das mais influentes artistas da América Latina, pelo trabalho na música e na filantropia, no uso da vida artística em prol de causas sociais e humanitárias como a fundação Pés Descalços, de apoio a crianças desfavorecidas da Colômbia.

 

Fonte: DN


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