02
Set 12

É namorada do defesa do Barcelona, Gerard Piqué, mas não hesitou na hora de felicitar o compatriota Falcão, jogador do Atlético Madrid. Depois de ver o hat-trick que o colombiano assinou no jogo da 2.ª jornada da liga espanhola, frente ao Athletic Bilbao, a cantora foi ao Twitter mostrar o seu orgulho. “Bravo Falcão!! Viva a Colombiaaaaaa! Shak”, escreveu. Já Piqué decidiu entrar nesta “conversa de colombianos” e repetir o tweet de Shakira, atribuindo mérito ao ex-jogador do FC Porto. Falcão agradeceu a ambos e desejou ainda “felicidades” à rainha da pop latina, que está grávida de quatro meses.

 

Fonte: Record


02
Fev 12

23
Nov 10

Cultura: Danças de Shakira fazem tremer o Pavilhão Atlântico

Shakira no início do espectáculo com uma capa cor-de-rosa

 

A energia de Shakira agitaram os fãs na capital portuguesa. A colombiana esteve no Pavilhão Atlântico no domingo.

Shakira esteve de passagem por Portugal no último fim-de-semana. O furacão colombiano sacudiu o Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no domingo. A cantora apresentou o novo álbum, "Sale El Sol", lançado em Outubro.

Desde as 20h00 que o público chamava por Shakira, que só apareceu duas horas depois. Ainda assim, a audiência não desanimou, recebendo com euforia a artista que entrou em palco com uma vistosa capa cor-de-rosa.

É inegável que canções como "Loca" e “Gipsy” agitaram o público, porém foram os antigos sucessos que mais alvoroço causaram, especialmente quando em "Whenever, Wherever" a colombiana chamou quatro fãs ao palco para dançaram com ela. “La Tortura”, "She Wolf" e "Why Wait" também aqueceram o público, que, entre gritos e muitas palmas, se mostrava entusiasmado.

Shakira despediu-se com o hino do Mundial de Futebol de 2010, "Waka Waka (This time for Africa)". Lotado, o Pavilhão Atlântico sentiu o ritmo frenético da colombiana, que correu pelo gigantesco palco durante toda a música.

 

Fonte: JPN


Shakira no Pavilhão Atlântico

 

Cantora colombiana recordou os seus maiores êxitos e apresentou novos temas no Pavilhão Atlântico

 

É dona de uma voz peculiar, tem uma aptidão especial para os ritmos latinos, e seduz como ninguém com os seus jogos de anca. Pela descrição, facilmente se percebe que falamos de Shakira, a bela colombiana que este domingo actuou perante um Pavilhão Atlântico lotado.

A festa começou com a portuguesa Ana Free no palco e uma plateia, já bem composta, a postos para receber a anfitriã da noite, que entraria em cena pelas 21h50. Entoando um tema bem antigo, «Pienso En Ti», a cantora surgiu entre o público com um longo vestido rosa-choque. Mas, num ápice, resumiu a sua indumentária a um top dourado e umas calças pretas justas, que exibiam na perfeição as suas tão cobiçadas curvas.

«O meu único desejo para esta noite é que se divirtam, que dancem! Eu estou aqui para satisfazer-vos. Aproveitem que esta noite sou toda vossa», disse Shakira, antes de se lançar ao grande êxito que a deu a conhecer ao mundo: o enérgico «Whenever, Wherever». Pelo meio, houve ainda tempo para levar quatro fãs ao palco e ensinar-lhes um pouco do seu jogo de anca.

Ao longo do concerto, a cantora mudou de estilo musical quase tantas vezes como mudou de roupa. Já com um top prateado e uma saia em tons quentes, trouxe uma versão alternativa de «Nothing Else Matters», dos Metallica, deixando a descoberto a sua alma roqueira.

Em pé, deitada ou de gatas, Shakira fez questão de não parar de dançar. Já o público fazia os possíveis por conseguir acompanhá-la, mesmo quando os movimentos pareciam difíceis de imitar. Mulheres, homens e, sobretudo, crianças - ninguém queria ficar de fora.



Desta vez, de harmónica na mão e repleta de alma cigana, Shakira apresentou «Gipsy», para logo depois levar a plateia ao rubro com os seus movimentos sensuais ao som do provocador «La Tortura».

É certo que o propósito desta noite era apresentar «Sale El Sol», o último álbum da cantora, mas ninguém parecia importar-se de recordar grandes sucessos, como a balada romântica «Underneath Your Clothes», que proporcionou o momento mais intimista do espectáculo.

Já numa versão mais reggaeton, Shakira surgiu com o novíssimo «Gordita», que interpreta com a banda porto-riquenha Calle 13.

«Este ano senti-me diferente. É como se o sol estivesse a brilhar mais do que nunca. Todos nós passamos por momentos difíceis, mas estou certa de que dentro de todos nós existe um sol que não se apaga», disse a cantora, tendo como pano de fundo uma máscara branca gigante na qual eram projectadas luzes e imagens. Foi então que começou a cantar «Sale El Sol», rasgando, de seguida, o top prateado que envergava e ficando apenas de biquíni, como se estivesse a libertar o sol que há em si.

Já na recta final, chegou «Las De La Intuición», que precedeu o ritmo latino de «Loca», a electrónica arrojada de «She Wolf» (em que a cantora convidou o público a uivar com ela) e as influências orientais de «Ojos Así».

Para o encore, Shakira regressou com um longo vestido azul e presenteou o público com «Antes de Las Seis». Mas o melhor estava reservado para o fim: «Hips Don`t Lie» e «Waka Waka (This Time for Africa)». O tema oficial do Mundial de futebol deste ano não só foi um dos mais aguardados do concerto, como também teve direito a uma chuva de confetti e a uma plateia com vontade de mostrar que conhece bem a coreografia.

E assim terminou, ao fim de quase duas horas, a segunda passagem da cantora por Portugal este ano, depois da actuação no Rock in Rio-Lisboa. E terminou da melhor forma, com o público a responder com a mesma simpatia e entrega com que Shakira conduziu todo o espectáculo.

 

Fonte: TVI24 Iol


shakira Shakira em Portugal Grande Reportagem: Shakira No Pavilhão Atlântico
Perante o Pavilhão Atlântico esgotado, Shakira trouxe ontem a The Sun Comes Out Tour a Lisboa e deliciou todos fãs num concerto fernético onde a interacção entre os fãs é uma constante.

Ao som de Pienso En Ti, Shakira entrou por uma das portas laterais do recinto, cumprimentando o público circundante para segundos depois iniciar uma sequência de músicas ritmadas com Why Whait. Num concerto replecto de dinâmica, outro dos momentos mais marcantes foi quando Shakira, em pleno Whenever, Wherever chamou algumas fãs ao palco para uma curta lição de dança do ventre.

Por entre temas como La Tortura, Las De La Intuición, Loca ou She Wolf, é quase no final, na actuação de Antes De Las Seis, que Shakira mostra um lado mais frágil, numa actuação que contou com um efeito de neve atribuindo ainda uma maior emoção à actuação.

Com intervenções sempre em português, já em Waka Waka (This Time For Africa), Shakira terminou o concerto com mais de uma dezena de fãs em palco levando o público ao rubro neste que era o tema mais esperado da noite.


Alinhamento
Pienso En Ti
Why Wait
Te Dejo Madrid
Whenever, Wherever
Inevitable
Nothing Else Matters (Original dos Metallica)
Despedida
Gypsy
La Tortura
Ciega, Sordomuda
Underneath Your Clothes
Gordita
Sale El Sol
Las De La Intuición
Loca
She Wolf
Ojos Así
Antes De Las Seis
Hips Don’t Lie
Waka Waka (This Time for Africa) (K-Mix)

 

Fonte: Shakira Portugal


“Esta noite sou toda vossa!”. Esta promessa feita por Shakira no seu concerto no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, foi cumprida. No passado domingo, a cantora, de 33 anos, levou ao rubro cerca de 19 mil portugueses, que cantaram e dançaram ao som de grandes sucessos como “Waka waka” (o hino do Mundial’2010), “Whenever, wherever”, “Hips don’t lie” e o mais recente “Loca”.

Mas Shakira também sabe surpreender e brindou os fãs mais velhos com o clássico “Nothing else matters”, dos Metallica. Arrasadora!

 

Fonte: Record


22
Nov 10

Mulher sensual. Cigana despudorada. Rockeira poderosa. Shakira consegue ser tudo isto durante duas horas em palco e, em mais uma passagem pelo Pavilhão Atlântico, volta a deixar 19 mil pessoas numa euforia contagiante.

A primeira parte do espectáculo contou com a actuação de Ana Free. Meia hora de músicas "certinhas" onde não faltou o tema que a celebrizou no YouTube, 'In My Place'.

A energia da cantora colombiana não deixa ninguém indiferente. Apesar de ter subido ao palco pouco antes das 22h00, o atraso é-lhe logo perdoado assim que ela aparece no meio do público, a dar abraços e beijinhos, envolta num muito romântico vestido de tule rosa, enquanto canta 'Pienso en Ti'. Esta atitude de candura não dura muito, já que o segundo tema puxa logo pela batida rock: 'Why Wait', seguido de 'Te Dejo Madrid' do álbum "Laundry Service", de 2001. Independentemente de se gostar, ou não, da voz ou da música de Shakira, num aspecto ninguém discorda: ela é de uma enorme simpatia e simplicidade que contrastam com os movimentos sensuais e bem demarcados que lhe caracterizam as coreografias. «Estou aqui para satisfazê-los a cantar. Aproveitem que hoje sou toda vossa», exclama Shakira, num português quase perfeito.

Ao quarto tema a cantora põe as raparigas com o coração a bater mais forte, quando chama quatro fãs ao palco para com ela dançarem 'Whenever, Wherever'. Segue-se aquele que a cantora descreve como sendo um dos seus temas favoritos, 'Inevitable', composto numa praia perto da sua cidade natal, Barranquilla, na Colômbia, «entre amigos, debaixo de um céu cheio de estrelas». 'Nothing Else Matters', ­ uma cover dos Metallica, 'Despedida' e 'Gypsy' recriam o ambiente cigano "à volta da fogueira" com uma Shakira a mostrar a sua essência e aptidão natural para uma dança que poucas conseguirão reproduzir com tanto "salero". 'La Tortura' continuou a fazer corar o público mais recatado com a coreografia arrojada. Seguiram-se 'Ciega Sordomuda' e o apaixonado 'Underneath Your Clothes'.

Por esta altura, o palco, que desde o início exibiu uma Shakira gigantesca e visível de qualquer ponto do Pavilhão Atlântico, surge agora "partido ao meio", criando espaço para uma espécie de máscara de gesso, na qual vão sendo, até ao fim do concerto, projectadas diversas imagens de rostos consoante a música. O novo êxito 'Gordita' é um piscar de olho de Shakira aos ritmos hip hop, com a ajuda dos porto-riquenhos Calle 13. Mais uma do novo álbum, 'Sale el Sol', e chegamos à recta final do concerto com músicas que, literalmente, tiram o público do sério: 'Loca', 'She Wolf', com o público a uivar por mais, e 'Ojos Así'.

Entramos no encore, muito pedido, para voltar a ver Shakira numa atitude doce, envergando um vaporoso vestido azul, que combina com a neve fictícia a cair em palco, durante a interpretação de 'Antes de Las Seis', do novo disco. 'Hips Don't Lie' e 'Waka Waka (This Time for Africa)', com direito a chuva de confetti, fecham com chave de ouro mais esta passagem de Shakira por Lisboa, e mesmo durante a saída do público rumo a uma nova semana de trabalho, ainda há quem continue a reproduzir a coreografia do tema que fez furor durante o Mundial de futebol deste ano.
Fonte: Cotonete

Cantora colombiana faz a festa da música numa sala completamente esgotada: rock, pop, ritmos latinos, orientais e africanos e muito jogo de anca.

Shakira no Pavilhão Atlântico, Lisboa [texto + fotogaleria] -

 

Independentemente da opinião que se tenha quanto à sua música, há (pelo menos) três verdades indiscutíveis sobre Shakira: encontrar alguém mais simpático que ela em palco é difícil, a sua entrega ao público é total e a sua abordagem musical é completamente livre de preconceitos. Mais uma vez, a cantora colombiana mostrou de que é feita em Lisboa... E o público não a desapontou.

Com muito mais crianças entre a audiência que o habitual (ao que o sucesso planetário "Waka Waka (This Time for Africa)" - a canção que encerrou o concerto - não será alheio), Shakira mostrou a sua alma rockeira (até "Nothing Else Matters", dos Metallica, cantou), a sua aptidão para a dança (cigana em "Gipsy", latina em "Loca", oriental em "Ojos Así"), uma entretanto abandonada tendência electro ("She Wolf") e até a paixão pelo hip-hop/reggaeton (na novíssima "Gordita", que conta com a participação dos porto-riquenhos Calle 13).

Sale El Sol , o novo álbum, pode até ter sido a desculpa para trazê-la a Lisboa, mas tirando "Loca", êxito instantâneo que já tem entrada garantida num best of da cantora, foram os grandes sucessos - alguns apresentados com novas roupagens - que tiraram o público do sério.

"Whenever, Wherever" - apresentada bem no início e com direito a quatro fãs sortudas em palco para uma verdadeira lição de jogo de anca - nesta nova encarnação apoia-se numa guitarra forte; "La Tortura" e os seus movimentos pélvicos provocadores deixaram o público em delírio; "Underneath Your Clothes" foi o momento mais intimista da atuação; "She Wolf" deixou tudo a uivar por mais; e até o mais discreto "Why Wait" esteve à altura das expectativas (leque cor-de-rosa esvoaçante a ajudar).

A interação com a sua (competente) banda deixou momentos para recordar em fotografia e a gigantesca máscara de gesso que às tantas dividiu o ecrã gigante que fundeava o palco fez as delícias dos presentes. Foi com a máscara em fundo que Shakira atacou "Sale El Sol", canção durante a qual resolveu libertar o sol que tem dentro, rasgando, para enfatizar o momento, o top que envergava - ficando apenas com um reduzido e sensual biquíni a tapar o peito. Pelas reações à nossa volta, o público masculino aprovou, o feminino ficou algo chocado (as crianças nem tiveram tempo para tapar os olhos).

"Olá Lisboa. Obrigado por virem. O meu único desejo esta noite é que se divirtam. Estou aqui para satisfazer-vos. Aproveitem que esta noite sou toda vossa". Foi assim que recebeu o público e ninguém se terá sentido defraudado quando abandonou o Pavilhão Atlântico depois de um encore que colocou a cereja no topo do bolo.

Envergando um vestido azul vaporoso, começou por cantar "Antes de Las Seis", do novo disco, sob uma chuva de penas, passando depois para a última (e vencedora) sequência da noite: "Hips Don't Lie" e "Waka Waka (This Time for Africa)", com direito a chuva de confetti e uma legião de fãs em palco a reproduzir a coreografia do tema que fez furor durante o Mundial de futebol deste ano. Com ela não é "até à próxima", é um "até já" de quem já é da casa.

Fonte: Blitz


21
Nov 10

A cantora colombiana tinha batido o recorde de bilheteira do Atlântico, em 2003, com 19 mil espectadores

Concerto de Shakira no Pavilhão Atlântico esgotado 

O concerto da cantora colombiana Shakira no domingo no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, está esgotado, revelou a promotora Everything is New.

Um dia depois da cimeira da NATO, no Parque das Nações, Shakira ocupará o Pavilhão Atlântico onde em 2003 bateu recordes de bilheteira em 2003, quando esgotou para 19 mil espectadores.

Desta vez, Shakira apresentará o álbum "The sun comes out/Sale el sol", editado em Outubro.

Shakira tem 33 anos e é uma das mais influentes artistas da América Latina, pelo trabalho na música e na filantropia, no uso da vida artística em prol de causas sociais e humanitárias como a fundação Pés Descalços, de apoio a crianças desfavorecidas da Colômbia.

 

Fonte: DN


A cantora colombiana Shakira apresenta-se hoje, domingo, às 20.30 horas, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, para um concerto já esgotado. O espectáculo acontece um dia depois de a área envolvente do espaço ter estado sob restrições devido à cimeira da NATO.

Por isso, o palco para o concerto luso começou a ser montado apenas na manhã de hoje, como explicou o promotor, Álvaro Covões.

Shakira prossegue em Portugal a digressão internacional para promover o mais recente disco, "Sale el sol/The sun comes out", dois dias depois de ter actuado no Pavilhão dos Desportos, em Madrid, num concerto  que mobilizou 18 mil espectadores, entre os quais os príncipes das Astúrias: Felipe de Bórbon e Letízia.

Com a exuberante colombiana, chega uma equipa de cerca de 200 pessoas, entre técnicos, músicos e assistentes, cujo "nível de profissionalismo na música está muito à frente" do que se faz em muitas áreas em Portugal, acrescentou Álvaro Covões, cuja promotora fornece apoio local na montagem do espectáculo.

Dezoito camiões

Não sendo este o primeiro concerto de uma digressão - como aconteceria com os Arcade Fire, cuja actuação em Lisboa foi cancelada por causa da cimeira da NATO -, não é necessário que Shakira esteja mais cedo em Portugal para ensaios e o processo de montagem do palco está já agilizado. No total, serão 18 camiões TIR carregados de equipamento para o concerto de Lisboa, onde Shakira apresentará o álbum editado no mês passado.

O álbum inclui, entre outros, os temas "Loca", com a participação de Dizzee Rascal, e "Waka Waka (This time for Africa)", canção oficial do Mundial de futebol da África do Sul, no Verão passado, que Shakira não deverá dispensar no concerto de hoje.

A primeira parte do espectáculo será assegurada pela cantora portuguesa Ana Free.

Shakira é uma artista que já actuou várias vezes em Portugal. Em 2003, bateu recordes de bilheteira no Pavilhão Atlântico, quando esgotou para 19 mil espectadores, e em Maio passado foi uma das cabeças-de-cartaz do festival Rock in Rio Lisboa. Na altura, a cantora foi buscar os temas mais antigos, dos álbuns "Laundry service" ou "Fijacion oral", misturou ritmos latinos, árabes e jamaicanos e apresentou apenas duas canções do novo registo.

No começo deste mês, foi distinguida, em Madrid, nos Prémios Europeus de Música da MTV, com o galardão Free Your Mind, em reconhecimento do seu trabalho humanitário em todo o Mundo. "Música é a banda-sonora das nossas vidas. Pode fazer-nos dançar, rir, mas também pensar. E pode ser um importante veículo para dar a conhecer temas importantes", disse, na altura.

Aos 33 anos, Shakira é uma das mais influentes artistas da América Latina, pelo trabalho na música e na filantropia, no uso da vida artística em prol de causas sociais e humanitárias como a fundação Pés Descalços, de apoio a crianças desfavorecidas da Colômbia.

 

Fonte: Diário de Noticias


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